Wednesday, October 25, 2006

Eu hoje entendo...

Assisti a muitos filmes, atividade que não me tornou douto na matéria, mas posso dizer que, hoje, consigo entender melhor os críticos e as suas razões ao avaliarem os filmes. Se não tenho conhecimentos técnicos, ou o conhecimento do banco da escola, esse conhecimento prático que tenho, me permite separar, ao menos, um bom de um mau filme, ver o filme regular.

Uma das coisas que salta aos olhos - literalmente - para quem viu muitos filmes, é a falta de originalidade. Não são poucas as vezes em que você, ao cinco minutos de projeção, já pode duzer que "viu todo o filme", e sabe de antemão o que vai ocorrer, sabe como vai terminar.

Não é nenhuma capacidade de prever o futuro de sua parte, nenhuma futurologia, mas você sabe que aquele filme é mais do mesmo, ou que o enredo já foi mais do que explorado em outros - as vezes dezenas de - filmes.

Interessante que isso ocorreu comigo no - para mim - sofrível Código Da Vinci, baseado na obra homônima de David Brown. Quando vi o filme já havia lido o livro, seria, portanto, óbvio que conhecesse a história. Mas quando li o livro, já deduzi a história nas suas primeiras páginas.

E esse, para o cinema que é espetáculo, é um pecado mortal, se o filme não surpreende, se não traz novidades, se não convence...

Saturday, October 07, 2006

Assuntos sagrados

Religião, política e futebol são matérias de opinião, não são assuntos de discussão é o que sempre me diziam e que eu não aprendi. Cinema também, que é matéria de paixão, que vem de cine + philos, amante do cinema.

O "Cinema", para muitos, é mais do que uma amante, motivo de grandes e exagerados ciúmes. "Como você ousa falar - ou não falar? - daquele filme?" O que é popular sempre deve ser bom! Contrário senso: "Não vi e não gostei!

Escrever - e gostar - de um assunto explosivo desses não é nada fácil.